SBG recomenda – Empyrium

Como seria uma banda de Metal da Idade Media ou, para os gamers, uma banda de Metal vinda das terras de Skyrim? Empyrium é um dos grupos que melhor transmitem a beleza, melancolia e fantasia das músicas medievais e de contos de fadas, com letras poéticas que usam violões, violoncelos e flautas junto aos teclados, guitarras e vocais limpos e guturais.

O Empyrium foi formado em 1994 na cidade de Hendungen, no Estado da Baviera, Alemanha. O local já ajuda no clima Folk da banda. O grupo sempre contou com a presença de Ulf Theodor Schwadorf, que gravava todos os instrumentos e a voz nos primeiros álbuns. Foi apenas nos trabalhos mais recentes que ele passou a contar com o apoio de um pianista.

Os primeiros álbuns mostram uma mistura de doom metal e folk, com alternância entre vocais limpos e guturais. A variação de um som acústico para trechos pesados e arrastados, e daí para uma passagem mais melódica com teclados é bastante comum, especialmente no primeiro disco, “A Wintersunset…”, de 1996.
  O segundo álbum (“Songs of Moors and Misty Fields”, 1997) manteve o estilo, apresentando composições mais maduras.
A partir de “Where at Night the Wood Grouse Plays” (1999), a banda adotou uma sonoridade predominantemente acústica e muito mais atmosférica.
 
  Vai dizer que não imagina um bardo de Skyrim cantando essa música?
“Weiland” (2002) manteve a pegada neofolk, puramente acústica, adicionando diversos instrumentos, como flautas e violinos, além de cantos líricos e alguns raros guturais. A partir desse álbum, o Empyrium traz a participação de Thomas Helm nos vocais e no piano.
 
 
Após o lançamento desse disco, a banda anunciou um hiato e voltou às atividades oito anos depois, em 2010. Em 2013, lançaram o single “Dead Winter Days”, e em 2014 o seu mais recente álbum de estúdio, “The Turn of the Tides”, trazendo um som muito mais atmosférico, com elementos de folk e Música Clássica.
Destaque para essa canção, que vai de um som que mistura Ethereal e Folk para um final Shoegaze à lá Ecailles de Lune (2010), do Alcest.
 
Por Eduardo Soriano
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Estudante de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR. Apaixonado por metal alternativo, Cerveja, games pós-apocalípticos e pelo Furacão da baixada. Tende a se corromper do metal quando escuta 80's Synthpop e Lana del Rey.

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