[PLAYLIST] O que rolou em Janeiro?

Começamos o mês com um puta atraso nas postagens, mas parece que as coisas foram se acertando nos últimos dias. Foram poucos os textos publicados até o momento, mas já ouvimos vários discos de qualidade, portanto vamos tentar aqui resumir o que apareceu de melhor em Janeiro, mas não virou texto.

Fleshgod Apocalypse – King

Com data de lançamento programada para 5 de Fevereiro, foi um dos primeiros álbuns do ano divulgados. Os italianos já tem uma considerável bagagem musical no Symphonic/Death Metal e King não decepciona nesse sentido.

A banda só melhorou desde seu nascimento e o disco é mais um marco para sua história. Uma edição limitada, também já divulgada, conta com um disco extra (que eu não ouvi), totalmente orquestral. Como Death não é muito minha praia, não tenho muito a comentar, além de recomendar o disco.

Apathy – Across Dark Waters

Suécia, lar de incontáveis bandas geniais, o que inclui essa dupla. Tocando um Death/Doom progressivo, Viktor Jonas e Mattias Wetterhall conseguiram fazer um álbum na mesma pegada do Bled White, do Novembers Doom, com vocais mais leves e um feeling distinto.

Solifvgae – Avenoir

Avenoir é o debut desses cariocas, que fazem um Post-Black Metal muito, mas muito bom. Em alguns momentos o disco lembra Un Royaume de Nuit, do Je, e as influências passam da escola francesa ao típico BM brasileiro.

A publicação é independente e é um pouco difícil encontrar informações sobre a banda, mas o som não decepciona.

Blodsmak – Gjennom Marg Og Bein

Folk Metal é uma das minhas paixões na música. Quando o som tem aquela pegada Power e é cantado em norueguês, a coisa só melhora.

Em alguns sites o disco é rotulado como Hard Rock/Folk, o que eu acho bizarro, mas reflete o quanto a banda pode agradar públicos diversos.

Nordjevel – Nordjevel

Mais um disco de Black Metal de outra banda norueguesa. Com uma pegada bem agressiva, abusando de blast beats, o disco foge ao Raw esperado e mostra que a “nova geração” da Noruega ainda tem muito potencial pra mostrar.

The Howling Void – The Triumph of Ruin

The Triumph of Ruin é um disco único, um misto de Symphonic Metal e Funeral Doom com composições bastante equilibradas, sem pesar em nenhum espectro dos estilos. A one-man band texana é uma das melhores descobertas do ano e tem outros quatro álbuns de estúdio.

Violet Cold – Magic Night

Pode-se dizer que Magic Night é um disco de 2010 lançado somente agora. É quase uma cópia/homenagem aos discos de Post-Black Metal lançados ao longo do boom do estilo pelo mundo. Não é nada inovador, não tem nenhum destaque ou qualquer coisa especial no álbum, mas ele é simplesmente bonito demais pra deixar de fora de uma lista dessas.

E essas foram, basicamente, as bandas que não conseguiram espaço no blog, mas agradaram muito nesse mês desgracento. Abaixo segue uma playlist com as faixas disponíveis dos discos acima no Spotify.